segunda-feira, 17 de junho de 2013


 

 

 

 

 

 

   

 

 

  

Power point Iva 2

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               

terça-feira, 11 de junho de 2013

Jogar estimula a criatividade e a convivência
Todo mundo, pelo menos uma vez na vida, já ficou preso em alguma etapa ou fase durante um jogo. Seja em um videogame, no campo de futebol, no tabuleiro, os desafios que o ato de jogar impõe obriga os jogadores a pensar estratégias para vencer seus adversários. “No jogo, por mais experiente que o jogador seja, há sempre uma parte imprevisível. A criatividade, nesse sentido, é a capacidade de reagir em relação ao novo com uma resposta original e inédita”, diz o pesquisador e professor Lino de Macedo, que foi um dos palestrantes da Educar Educador.
Para Macedo, é exatamente nessa busca pela criatividade que o jogo pode ser uma grande ajuda no processo de aprendizagem. “Existe o jogo com objetivo didático, que são aqueles feitos para trabalhar certo conteúdo, como tabuadas, gramática e tem o jogo que busca desenvolver o aprendizado por meio do raciocínio e da convivência”, explica. Essa convivência, segundo ele, é importante porque os jogadores sempre estão em posição de igualdade, lidando com questões éticas e democráticas, em que é preciso respeitar as regras, mas sem perder o espírito competitivo que, por sua vez, pede por uma ampliação do campo de observação. “No jogo, eu quero ganhar de você, mas tenho que prestar bastante atenção no que você faz. Preciso estar muito atento no seu esquema de jogo”.
crédito Fyle / Fotolia.comPesquisador acredita no poder do jogo para trabalhar questões éticas e preparar os alunos para situações ao longo da vida

O pesquisador destaca, ainda, outros lados positivos da inserção dos jogos no currículo da escola: não precisa necessariamente de tecnologia, já que pode ser realizado em tabuleiro, com dinâmicas de grupo ou na quadra e a possibilidade de ser trabalhado com estudantes de todas as idades. “A criança tem certas obrigações como dormir, comer, ir para a escola, ir ao banheiro. Mas como ela passa o tempo livre? Jogando”, afirma. Mais do que uma maneira de se divertir, o jogo prepara os jovens para as situações-limite que vão chegando com o passar do tempo, como o vestibular, o mercado de trabalho e todas as concorrências que estão ao redor dessas etapas.
Para que os jogos funcionem bem e tragam todos esses benefícios, um dos pontos mais importantes é a inserção do professor, que precisa ter uma experiência de jogador para conseguir conquistar o apoio dos alunos para a atividade. “Se o próprio professor não gostar do jogo, não tiver experiência, fica difícil. Como vai ensinar o gosto da leitura para os alunos se ele não desfruta dele?”, diz. Entretanto, ressalta, “na hora da partida em classe é como se ele fosse um técnico, um instrutor que ensina as estratégias e mobiliza os alunos para fazer desse ou daquele jeito”.
O olhar atento do educador durante o jogo é importante, principalmente, por dois aspectos: na hora de fazer uma curadoria de qual material é o mais interessante para ser aplicado em sala de aula e para direcionar a jogabilidade, fazendo com que aqueles alunos que não sejam tão bons, não se sintam desmotivados pelo erro, mas encontrem um incentivo para o desenvolvimento. “O erro significa que eu poderia ter feito melhor, que não antecipei uma surpresa. O erro é criativo também, a gente aprende com ele, por isso, o professor deve guiar o aluno para jogar no nível correto de sua experiência”, afirma.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Questionario



UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA –UNEB

DEPARTAMENTO DE CIENCIAS HUMANAS –DCH  III

DISCIPLINA:  TENOLOGIA,  INFORMAÇÃO  E COMUNICAÇÃO

PROFESSORA: IVA SANTOS

ALUNA: JOSINEIDE DA SILVA MARTINS

 

 

QUESTIONARIO

 


RESPOSTAS

 

1ª) Reciclagem, adoro dar novas formas, nova vida à produtos já com destino ao lixo.

2°) Algumas vezes desenvolvo  minhas habilidades a partir de ideias já estabelecidas por outras pessoas, em  outros momentos observando,  mas, também tenho minhas próprias ideias e criações que a partir de tentativas,  erros e acertos desenvolvo minhas habilidades.

 

3°) Identifico a competência das minhas habilidades na medida que me dedico ao que faço e atinjo o meu grau de satisfação com o resultado obtido,  ou seja, quando atinjo ou aproximo do resultado esperado ou traçado por mim,  e quando o meu produto atinge a satisfação, admiração  das  outras pessoas.

 

4°) As colega com quem busquei trocar esta ideia, não souberam descrever –se diante deste exercício.

 

5°) As minhas preferências de aprendizagem  se manifestam a partir da minha identificação com o conteúdo  apresentado, ou seja,  o determinante é o meu grau de dificuldade/facilidade em  aprender, é o meu prazer, o meu entusiasmo com o que está sendo proposto.

 

6°) Sim, esta é uma praxi que comumente  encontrarmos em vários setores  de trabalho ou de aprendizado. Cada pessoa possui suas habilidades particulares e a maioria delas encontram –se desestimuladas com o que fazem e com o ambiente em que estão, e assim não conseguem aprender e tão pouco identificar suas habilidades para tal função. Um exemplo disso são os funcionários  do atendimento publico, todos  recebem as mesmas informações, mas, raros são os que desenvolvem suas funções com demonstração de prazer e gentileza, que sabem ouvir e passar corretamente as informações, respeitando as especificidades individuais do publico atendido.   

terça-feira, 14 de maio de 2013

O Jogo na Teoria de Vygotsky



Para Vygotsky a brincadeira é fundamental para o desenvolvimento infantil, principalmente porque oportuniza interações. Vygotsky defende que jogar e brincar atua na zona de desenvolvimento proximal do individuo, criando condições para que determinados conhecimentos sejam consolidados. Vygotsky defende uma teoria sócio-interacionista, onde primeiro o individuo aprende para depois se desenvolver, e a zona de desenvolvimento proximal é justamente um período onde a pessoa já possui certa potencialidade para começar a desenvolver determinada habilidade, mas que ainda não se consolidou. É o espaço em que a pessoa está em transição, em amadurecimento, por isso a intervenção através de oportunidades para interagir, conhecer e aprender serão determinantes para que a pessoa se desenvolva.


Educação Infantil descobrindo um mundo novo

Educação Infantil descobrindo um mundo novo

“A criança olha, cheira, toca, ouve, se move, experimenta, sente, pensa... Desenha com o corpo, canta com o corpo, sorri com todo o corpo. O corpo é ação / pensamento. Seu pensamento se dá na ação, na sensação, na percepção, sempre regado pelo sentimento.”
A língua do Mundo – Poetizar, fruir e conhecer arte – Mirian Celeste Martins, FTD
A criança é movida por estímulos e atenção, ela está sempre aberta a novas experimentações sem medo de errar e por este motivo arrisca-se com intensidade.
Cada nova descoberta é um mundo novo que se abre. As texturas, alvo das investigações das aulas de arte, têm sido algo muito significativo. Nesse sentido, tudo que se apresenta é plenamente aceito e investigado.
O tabuleiro de areia colorida se abriu como uma tela de cinema para o Maternal, onde cada criança pôde desenhar seu filme. Esta percepção certamente tornará mais delicada a compreensão do mundo em que cada criança viverá. Este contato concreto com materiais diversos é ricamente cheio de significado para a construção das futuras etapas da vida infantil. Cada atitude é plena de pesquisa por parte da criança, onde ela procura novos conhecimentos, investigando num jogo de exercício constante, exercitando seu pensamento e ação.
Wânia Parreiras
Arte-educadora

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Até que enfim acho que conseguir postar a sintese


Ufa!!!! acho que agora conseguir postar esta sintese no Blog, acho que sim.
que luta publiquei em td q foi lugar menos no Blog, agora espero que tenha conseguido.